quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Como tornar seu filho um cidadão

Foto: Claudia Marianno
Foto:
"O melhor lugar para ensinar cidadania é exatamente esse: com seu filho, dentro de casa e nas relações que ele estabelece e aos poucos vai ampliando", diz a pedagoga Renata Queiroz de Moraes Americano
Texto de:  Carolina Tarrio   Retirado na íntegra de: Educar para Crescer
Como em vários dias da semana, o pai buscou a filha na escola. Acomodou-a na cadeirinha, no banco de trás do carro, e começou o trajeto de volta para casa. Havia trânsito. Depois de pegar alguns semáforos fechados, assim que surgiu a luz verde, o pai ouviu, em alto em bom som, vinda da cadeirinha, a voz de sua filha:

- "Vai, mulher lerda!"

A menina, de 4 anos, nem se abalou ao ver o pai virar-se, espantado. Afinal, não era assim mesmo que ele fazia? Já o pai foi dormir naquela noite revendo alguns conceitos...

Essa pequena história, real, serve para ilustrar um fato mais do que comprovado: crianças aprendem imitando o comportamento dos adultos, vendo como estes agem e reagem - e não seguindo seus conselhos ou ensinamentos. Portanto, se você pretende ter um filho preocupado com o bem comum, ciente do outro e bom cidadão, não há outro jeito a não ser começar a seguir essa trilha você mesmo.

De nada adianta pedir calma aos filhos e agir feito um desesperado ao volante. Falar às crianças que elas devem ser legais com os amigos e dividir os seus brinquedos se somos os primeiros a furar fila, trafegar pelo acostamento ou largar o carrinho do supermercado dentro do elevador para que outro o leve até a garagem quando dá preguiça. Pode ter certeza: seus filhos vão tratar os outros, e a cidade, exatamente como você os trata. E devolverão consideração ou desrespeito na mesma medida em que os recebem.

Mas, afinal de contas, o que é essa tão falada cidadania? O conceito, que surgiu na Grécia Antiga, designa os direitos e deveres de todos os que vivem nas cidades. Alguns estão expressos em leis, como os direitos civis ou políticos. Outros simplesmente fazem parte das regras de bom senso e de convivência que cada comunidade adota. Em poucas palavras, a questão é simples: para usufruir do monte de benefícios que o viver em comunidade traz, é preciso, também, dar de volta, obedecendo regras estabelecidas e honrando deveres que garantem que o bem comum e os direitos dos outros também sejam preservados.
Faça o teste!Você educa seu filho para ser bom cidadão?
Descubra se suas atitudes estão caminho correto para uma educação cidadã.
Muito fácil ensinar isso aos filhos nestes tempos de individualismo extremo, de corrupção, de desrespeito ambiental e social, né?, dirão vocês. De fato, não é. Mas ninguém falou que seria fácil desenvolver a humanidade. O esforço civilizatório nunca foi bolinho, mas precisa ter início em algum lugar. "O melhor lugar para ensinar cidadania é exatamente esse: com seu filho, dentro de casa e nas relações que ele estabelece e aos poucos vai ampliando", diz a pedagoga Renata Queiroz de Moraes Americano, da Escola Viva, em São Paulo. Assim, as noções vão sendo aprendidas, transferidas aos outros e, quem sabe, um dia, virem universais. Este planeta é nosso e a qualidade de vida nele, física ou socialmente, também depende de pequenas ações de nossa parte

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Quem não gosta?

Adoro ganhar e dar livros.
Concordo plenamente, além de ser uma baita gentileza , é um belíssimo elogio!
Vamos ser mais gentis e elogiar mais?
Foto retirada da internet - Cia dos Livros

Boas Leituras!!!

domingo, 28 de setembro de 2014

Trinta filmes para estudar História do Brasil






                                                             AQUI:  http://abr.ai/1fVy37w
                                                           
                                                           Retirado de: Guia dos Estudantes
                                                         http://guiadoestudante.abril.com.br/

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O papel do tutor na Educação a Distância

Tenho recebido muitas perguntas sobre a função no tutor nos cursos a distância, depois de pesquisar sobre o tema encontrei esse artigo que achei bem interessante e esclarecedor. Espero que seja de alguma ajuda.


Artigo por Patrícia Cunha Fernandes - terça-feira, 16 de abril de 2013

Tutor também é professor!
Tutor também é professor!
O tutor é considerado o professor que ensina a distância. Ele se tornou um personagem recente na história da educação brasileira e foi institucionalizado não só na educação pública com a Universidade Aberta do Brasil (UAB), mas também em instituições de ensino privadas e na Educação a Distância profissional e corporativa.

Embora a tutoria ainda seja vista em alguns cursos como uma atividade que está abaixo da função docente, alguns autores a defendem a superação do termo para caracterizá-lo como o professor na Educação a Distância (EaD). O professor e autor Marcos Silva (2006) utiliza a expressão professorar, também encontrada no dicionário, com o sentido de trabalhar como professor para definir o exercício das atividades de tutoria. Podemos dizer que o tutor é professor até pela exigência de sua formação, porque para atuar nesta função é necessário ter nível superior e a experiência mínima de um ano no magistério do ensino básico ou superior, ou ter formação pós-graduada, ou estar vinculado a algum programa de pós-graduação.

Os autores Bruno e Lemgruber (2009, p.6. In: Mattar, 2011) apontam dois documentos legais para ressaltar a visão do tutor como professor:

“Parágrafo Único. Para os fins desta Portaria, entende-se que a tutoria das disciplinas ofertadas na modalidade semipresencial implica na existência de docentes qualificados em nível compatível ao previsto no projeto pedagógico do curso, com carga horária específica para os momentos presenciais e os momentos a distância” (Art. 2º da Portaria nº 4.059/2004).

“O quadro técnico e pedagógico para o funcionamento de cursos e programas a distância autorizados explicita que a função de tutoria terá que ser exercida por professores” (Deliberação CEE-RJ nº 297/ 2006).

Uma questão que sempre reforçou o rebaixamento do trabalho docente é a remuneração extremamente baixa. O tutor recebe menos ainda em comparação aos professores presenciais em uma mesma instituição. Sua remuneração se caracteriza como bolsa com duração limitada, o que não promove vínculo entre o tutor e a instituição ou a empresa. Isso acontece porque a EaD custa menos que a educação presencial, e também acredita-se que esta modalidade de ensino seja sinônimo de aprendizado por conta própria, valendo mais o conteúdo do que a mediação pedagógica.

Segundo João Mattar (2011), é possível supor que o tutor tenha sido desenhado em posição inferior na hierarquia docente na Educação a Distância, porque se concebeu um aluno com autonomia suficiente para estudar sozinho, precisando de apenas um bom conteúdo e um monitor, que lhe atende mais como um suporte do que um mediador.

Por esta razão, para Bruno e Lemgruber (2009, p.7. In: Mattar, 2011), a nomenclatura professor-tutor deveria ser reformulada. Eles consideram que o tutor a distância é também um docente, e não simplesmente um animador, ou monitor de suporte técnico, e muito menos um repassador de pacotes instrucionais. O tutor é um mediador pedagógico do processo de ensino e aprendizagem. Ele também assume a docência e deve ter plenas condições de mediar conteúdos e intervir na mensagem para promover a aprendizagem.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online :

sábado, 13 de setembro de 2014

O que é didática?

O termo didática foi instituído por Comenius (Jan Amos Komensky) em sua obra Didática Magna (1657), e originalmente significa “arte de ensinar”. Durante séculos, a didática foi entendida como técnicas e métodos de ensino, sendo a parte da pedagogia que respondia somente por “como” ensinar. Os manuais de didática traziam detalhes sobre como os professores deveriam se portar em sala de aula. Tradicionalmente, os elementos da ação didática são: professor, aluno, conteúdo, contexto e estratégias metodológicas.

Com o estudo dos paradigmas educacionais nos cursos de pedagogia e de formação de professores, amplia-se o conhecimento em relação à didática. Em cada tendência pedagógica diferem visão de homem e de mundo e modifica-se a finalidade da educação, mudam o papel do professor, do aluno, a metodologia, a avaliação, e, consequentemente, muda-se a forma de ensinar.
Atualmente, a didática é uma área da Pedagogia, uma das matérias fundamentais na formação dos professores, denominada por Libâneo (1990, p. 25) como “teoria do ensino” por investigar os fundamentos, as condições e as formas de realização do ensino. Segundo Libâneo (1990):
a ela cabe converter objetivos sócio-políticos e pedagógicos em objetivos de ensino, selecionar conteúdos e métodos em função desses objetivos, estabelecer os vínculos entre ensino e aprendizagem, tendo em vista o desenvolvimento das capacidades mentais dos alunos. [...] trata da teoria geral do ensino (p. 26).

disciplina de didática deve desenvolver a capacidade crítica dos professores em formação para que os mesmos analisem de forma clara a realidade do ensino. Articular os conhecimentos adquiridos sobre o “como” ensinar e refletir sobre “para quem” ensinar, “o que” ensinar e o “por que” ensinar é um dos desafios da didática. Segundo Libâneo (1990), a didática é:
uma das disciplinas da Pedagogia que estuda o processo de ensino através de seus componentes – os conteúdos escolares, o ensino e aprendizagem – para, com o embasamento numa teoria da educação formular diretrizes orientadoras da atividade profissional dos professores.

Esse mesmo autor indica que a didática “investiga as condições e formas que vigoram no ensino e, ao mesmo tempo, os fatores reais (sociais, políticos, culturais, psicossociais) condicionantes das relações entre docência e aprendizagem” (p. 52).
A didática, fundamentada na dialética, é um campo em constante construção/reconstrução, de uma práxis que não tem como objetivo ficar pronta e acabada.

Texto retirado na íntegra de: http://www.infoescola.com/pedagogia/didatica/
Fontes:
LIBÂNEO, J. C. DidáticaSão Paulo: Cortez, 1990.
C. Borges; D. Hunger & S. Souza Neto. Conceitos de didática: depoimentos de docentes universitários da área de Educação Física. Motriz, Rio Claro, v.15, n.2, p.228-235, abr./jun. 2009

sábado, 23 de agosto de 2014

O jogo segundo Celso Antunes


Texto retirado na íntegra de: ludiconaeducacaoinfantilro.blogspot.com.br

 
Celso Antunes (2003) cita o seguinte sobre o jogo:

"O jogo é o mais eficiente meio estimulador das inteligências, permitindo que o indivíduo realize tudo que deseja. Quando joga, passa a viver quem quer ser, organiza o que quer organizar, e decide sem limitações. Pode ser grande, livre, e na aceitação das regras pode ter seus impulsos controlados. Brincando dentro de seu espaço, envolve-se com a fantasia, estabelecendo um gancho entre o inconsciente e o real".

De acordo com Celso Antunes, pode-se afirmar que a ludicidade do jogo proporciona momentos mágicos e únicos na vida de um indivíduo, pois no mesmo instante que diverte, ensina e desenvolve o raciocínio e a criatividade além de obter responsabilidade diante da situação colocada a ele.

Diante de tudo que fora mencionado, pode-se dizer sem sombra de dúvida que o lúdico é importante sim para uma melhoria na educação e no andamento das aulas, provocando uma aprendizagem significativa que ocorre gradativamente e inconscientemente de forma natural, tornando-se um grande aliado aos professores na caminhada para bons resultados.

E que é dever do professor mudar os padrões de conduta em relação aos alunos, deixando de lado os métodos e técnicas tradicionais acreditando que o lúdico é eficaz como estratégia do desenvolvimento na sala de aula.

Espera-se que esta proposta de abordagem vá de encontro com o que foi proposto realizar, e essencialmente, que seja de suporte para professores que já atuam no ambiente escolar, e aos futuros professores a tornar suas aulas mais dinâmicas fazendo com que a sala de aula se transforme num lugar prazeroso, construindo a integração entre todos que a frequentam.

Texto retirado na íntegra de: http://ludiconaeducacaoinfantilro.blogspot.com.br/


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Registro: Texto matemático para completar





Objetivo
- Resolver problemas que envolvam a utilização dos números em diferentes contextos.
Conteúdo
- Relação entre os números usando estimativa em contexto significativo.

Na ___ se­ma­na de ­abril, nu­ma ___ fei­ra, cer­ca de ___ pessoas par­ti­ci­pa­ram da reu­nião da As­so­cia­ção de ­Pais e Mes­tres da escola. No en­con­tro, ___ as­sun­tos fo­ram discuti­dos. Os pre­sen­tes co­me­ram ___ sal­ga­di­nhos no to­tal e con­su­mi­ram ___ gar­ra­fas de re­fri­ge­ran­te de ___ li­tros cada. O pon­to prin­ci­pal da reu­nião foi a or­ga­ni­za­ção da Fes­ta Ju­ni­na. Foi de­ci­di­do que o even­to se­ria rea­li­za­do no dia ___ de ju­nho, ou se­ja, cer­ca de ___ ­dias de­pois do iní­cio das au­las e ___ ­dias an­tes do iní­cio das fé­rias de ju­lho. Es­ti­ma-se que ___ pes­soas com­pa­re­cerão à fes­ta, bem ­mais do que os ___ do ano pas­sa­do. Pa­ra ­elas, ha­ve­rá ___ bar­ra­cas de jo­gos e ___ bar­ra­cas de co­mes e be­bes. O pon­to al­to vai ser a qua­dri­lha, com ___ alu­nos par­ti­ci­pan­tes.


Registro: A turma foi dividida em duplas que foram organizadas dentro de um nível mais 
próximo de desenvolvimento, para que a atuação e a aprendizagem fossem favorecidas
. Cada dupla recebeu uma cópia do texto e foram orientados que ao colocarem os números
 nas lacunas, os mesmos deveriam estar de acordo com o contexto pedido 
A atividade revelou-se rica e altamente produtiva. Originalmente era destinada a turmas de 1º a 3º anos, mas com as devidas alterações conseguimos realizar plenamente a atividade e com as dificuldades pertinentes ao 5º ano.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Objetivos? Que verbo usar????

Muitos educadores e alunos nos cursos de Pedagogia sentem dificuldades na hora de explicitar os objetivos nos planos de aula ou de curso. Não é que a pessoa não sabe quais são seus objetivos na hora de planejar a atividade, na realidade a dificuldade está nos verbos, não dá para ficar repetindo, não é mesmo?








Veja então essa lista de verbos - muito boa mesmo - espero que ela possa ajudar!!

Verbos usados nos objetivos: 


ler – verbalizar – criticar – nomear – responder – escrever – acentuar – traduzir – manipular – tocar – construir – esboçar – encenar – colaborar – aplicar – preparar – contar – multiplicar – medir – concluir – reduzir – registrar – enumerar – usar – organizar – repartir - decompor – simplificar – pular – participar - andar – tocar – assinalar – esquematizar – enlaçar – listar - estabelecer comparação – falar – pronunciar – descrever – argumentar – elaborar – redigir – pontuar – desenhar – recortar – cantar – armar – modelar – dramatizar – interpretar – construir – combinar – calcular – dividir – provar – operar – solucionar – especificar – separar - realizar experiência – propor – classificar – exemplificar - competir – executar – lançar – receber – arbitrar – indicar – sumariar – grifar – localizar – relacionar – contribuir – relatar – narrar – completar - responder – flexionar – resumir – grafar – pintar – colar -construir – colorir – ilustrar - apresentar – expressar - confeccionar – inventar – adicionar – agrupar - resolver – extrair – verificar – deduzir – juntar – transformar – determinar – justificar – estabelecer – caracterizar - correr – atirar – pegar – reconhecer – sublinhar – sintetizar – discriminar – destacar – discutir – traçar – comentar – interpretar – citar - comunicar-se – definir – reproduzir – analisar – compor – riscar – declamar – planejar – montar – costurar – descobrir – subtrair – reagrupar - representar graficamente – converter - generalizar – reunir - formular hipótese – compor – racionalizar –transformar - saltar – arremessar - rebater – demonstrar – identificar – anotar – circundar – coletar – comparar – cooperar – atribuir

Fontes:

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Como preparar um plano de aula eficaz?



Preparar um plano de aula eficaz requer experiência e dedicação. Seguem 10 dicas que podem auxiliar os professores a elaborarem um plano de aula de acordo com os seus objetivos.

1. Por que isso é importante?

Quando você pretende ensinar alguma coisa essa é a primeira pergunta que você deve se fazer. Você deve estar pronto para responder a essa pergunta a qualquer momento, inclusive, durante a aula.

2. Qual o meu objetivo para os estudantes? O que eles devem ser capazes de fazer ao fim deste conteúdo?

Uma boa maneira de entender se um tema é ou não fundamental é planejá-lo criando objetivos para os seus estudantes, ou seja, o que você espera que eles sejam capazes de fazer ao fim daquela discussão. Compartilhe esses objetivos com os estudantes, isso é fundamental para que vocês estejam alinhados e para que eles conheçam as habilidades mais importantes.

3. Como o tema se encaixa no currículo geral?

Para criar uma aula significativa é fundamental que você conheça todas as maneiras de encaixar o conteúdo no currículo geral do estudante. Não se apegue apenas à sua matéria, vá além e identifique como o assunto tratado na sua sala de aula pode se relacionar com outras disciplinas, isso tende a incentivar os estudantes.

4. O que os estudantes já sabem sobre isso?

Procure entender como você pode ajudar os alunos a desenvolverem o conhecimento prévio sobre o assunto a ser tratado. Antes mesmo de começar a ensinar coisas novas, procure saber o que os seus alunos já sabem sobre aquilo e, a partir daí, comece a trabalhar para incrementar esse conhecimento.

5. Como eu posso despertar o interesse dos alunos?

O início de um capítulo ou unidade é o que vai garantir que os seus estudantes mantenham ou não o interesse naquilo que você está dizendo, portanto, você precisa chamar a atenção deles logo de cara. Uma boa maneira de fazer isso é procurar conexões entre o que está sendo estudado, a cultura geral e a vida do estudante. Outra opção é criar situações nas quais eles teriam de usar o que está sendo aprendido de forma prática.

6. Como eu posso apresentar esse material?

Pense em como aquele conteúdo pode ser melhor compreendido e não se mantenha preso a métodos tradicionais por medo de inovar. É fundamental que você pense nas maneiras como apresentará o conteúdo aos seus estudantes. Vá além do que o livro oferece, procure conteúdo agregado, como vídeos e apresentações, jogos e até mesmo seminários ou representações. Dessa maneira você poderá incentivar os estudantes em áreas além do que você está ensinando.

7. O que os estudantes farão durante as aulas?

Um bom plano de aulas deve prever diversas situações, inclusive o que os seus alunos farão durante as aulas. Os estudantes serão meros ouvintes ou participarão da aula de maneira ativa? Você proporá atividades práticas ou simplesmente apresentará o panorama do que está sendo tratado. Pensar no que acontecerá dentro de sala de aula é fundamental para criar atividades adequadas.

8. Como eu posso atender as necessidades de cada estudante?

Claro que toda a sala deve receber o mesmo conteúdo, mas você não pode deixar de lado as necessidades particulares de cada um dos seus estudantes. Essa problemática também deve aparecer no seu plano de aulas, ou seja, identifique quais são as principais dificuldades dos estudantes e pense em como resolvê-las. Uma boa dica é ficar atento ao tipo de aprendizado de cada um dos seus alunos.

9. Como eu posso ligar o conteúdo e a rotina dos estudantes?

Se você quer que sua aula seja significativa e relevante, faça com que o conteúdo abordado se aplique de maneira prática na vida dos estudantes. Descubra o que interessa a eles e trate de incluir suas descobertas no plano de aulas. Não se esqueça de que apenas você fazer essas conexões não é suficiente, ofereça a oportunidade de que seus estudantes também encontrem os pontos em comum.

10. Existe alguma tecnologia capaz de melhorar essa tarefa?

A vida dos estudantes basicamente gira em torno da tecnologia, com as redes sociais, pesquisas online e até mesmo grupos de estudo via Internet. Portanto, se você quer realmente chamar a atenção deles, o melhor é fazer isso no meio onde eles mais têm prática. Descubra ferramentas capazes de engajar os estudantes em experiências de aprendizado e dessa maneira eles estarão cada vez mais interessados em praticar o que você ensina.


Texto retirado de: http://wwwsalaeduc.blogspot.com.br

terça-feira, 8 de julho de 2014

ATIVIDADES IMPORTANTES NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO - parte lll


                                                        PRÁTICAS DE ESCRITA
  1. Elaboração de lista de acordo com os temas abordados;
  2. Familiarizar com a escrita através do contato e manuseio de livros, revistas, etc. Escrita do nome com auxilio da ficha de identificação;
  3. Confecção do jornalzinho coletivo;
  4. Confecção de murais
  5. Montar e desmontar: propor que as crianças recortem o seu próprio nome, separando letra por letra, misture e remonte;
  6. Cruzadinha utilizando os nomes das crianças;
  7. Carteira de Identidade: fazer o modelo e pedir para que as crianças levem uma fotografia ou façam um desenho e assinem seu nome;
  8. Caderno de Endereços: Propor a organização de um caderno com os nomes e endereços da turma.
  9. Mostrar às crianças objetos para que elas criem historinhas a partir deles e o professor copie no quadro
  10. Mostrar às crianças seqüência de figuras e a turma irá contando a história à medida em que as figuras são mostradas, a professora anota.
  11. Troca de atividades;
  12. Fazer exposição com a produção dos alunos;
  13. Produzir murais em conjunto;
  14. Relato do final de semana e escrever espontaneamente sobre ele;
  15. Fazer um painel com gravuras em seguida pedir para que escrevam o que estão vendo;
  16. Trabalhar com receitas oralmente e escrita;
  17. Trabalhar com imagens e pequenos textos;
  18. Pedir que as crianças desenhem e escrevam sobre o que desenharam;
  19. Fazer comparação entre o desenho e a escrita.
  20. Trabalhar com índice e paginação;
  21. Identificar no dinheiro as letras e números;
  22. Dominó de letras e números;
  23. Placas de veículos.
  24. Ler o jornal do dia e contar para as crianças noticia que lhe interessa.
Retirada na íntegra de: http://wwwbloggercomalfabetizareletrars.blogspot.com.br/

segunda-feira, 7 de julho de 2014

ATIVIDADES IMPORTANTES NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO - parte ll

                                                        PRÁTICAS DE LEITURA
  1. Leitura freqüente, pelo professor, de vários tipos de texto
  2. Atividades com diferentes textos e suas funções na sociedade: carta, bilhetes, documentos, convites, listas, textos literários, receitas culinárias, manuais, regras de jogo, jornais, enciclopédias, história em quadrinhos.
  3. Conto e reconto
  4. Faz-de-conta
  5. Fazer trabalho com recorte de jornal levados pelos alunos para socializar a notícia
  6. Criar o jornalzinho da turma com informativo diário
  7. Criar um projeto de correspondência entre as turmas da escola e/ou entre escolas da mesma comunidade
  8. Solicitar que as crianças levem para a escola embalagens de produtos em que haja letras de alimentos que comem ou bebem normalmente e de que gostam
  9. Trabalhar com gravuras de placas que encontramos facilmente na comunidade
  10. Adivinhas
  11. Cantar músicas conhecidas utilizando a letra impressa ainda que os alunos não leiam de forma convencional
  12. Trabalhar com receitas
  13. Chamadinha: usar pedaços de cartolina com o nome das crianças e fazer diariamente a chamadinha
  14. Mostrar o nome e ler
  15. Mostrar o nome e deixar as crianças descobrirem a quem pertence
  16. Pedir para que cada criança pegue seu cartão
  17. Pedir para uma criança distribuir os cartões para seus colegas
  18. Bingo e dominó dos nomes
  19. Atividades no cantinho da leitura
  20. Levar as crianças para uma atividade na biblioteca do bairro e/ou sala de leitura da escola
  21. Pedir para as crianças levarem para a escola vários tipos de materiais impressos que tem em casa
  22. Criar projetos de leitura
  23. Dramatizações simples
  24. O mundo da leitura: pesquisar histórias que tenham sido utilizadas para grandes produções em cinema e TV (filmes, novelas, etc.)
  25. Criar na turma um projeto de empréstimo de livros (Ciranda de livros), onde as crianças poderão levá-los para casa e devolver depois.
Retirado na íntegra de: wwwbloggercomalfabetizareletrars.blogspot.com.b

sexta-feira, 4 de julho de 2014

ATIVIDADES IMPORTANTES NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO - parte l

                                                           

                                                 
                                                          FALAR E ESCUTAR
  1. Relato do final de semana na Rodinha
  2. Reconto de historinhas
  3. Faz-de-conta
  4. Transmitir recados
  5. Exposição de suas idéias nas conversas durante a rodinha
  6. Dramatizações
  7. Conversas
  8. Exposições de idéia durante a rodinha
  9. Ciranda de livro onde os alunos escolhem a história de sua preferência
  10. Brincadeira livre
  11. Conversas informais com os colegas
  12. Relação das habilidades trabalhadas em sala com experiências pessoais
  13. Contos de historinhas. Ao término da história incentivar os alunos a fazerem questionamentos
  14. Interação com a professora e funcionários
  15. Solicitar que as crianças argumentem algum desenho feito por eles
  16. Trabalhar com a linha do tempo, desenhando os momentos mais significativos em ordem
  17. Jogos de contar histórias observando imagens e seguindo sua seqüência
  18. No final da aula fazer a avaliação do dia, seguindo a ordem de acontecimento do dia
  19. Pedir que as crianças façam um relato da historinha que mais gostam
  20. No final de um conto solicitar que as crianças descrevam as características do personagem que mais gostou
  21. No término de uma história solicitar que os educandos façam o reconto
  22. Através de desenhos fazer recontos de histórias
  23. Aprender e reproduzir músicas relacionadas com os temas desenvolvidos e outras, canções folclóricas e populares
  24. Realização de jogo musical
  25. Brincar de Mímica
  26. Fazer a dramatização de um poema
Retirado na íntegra de : http://wwwbloggercomalfabetizareletrars.blogspot.com.br/

quinta-feira, 3 de julho de 2014

MEC inicia construção de currículo nacional

Ministério recebe hoje  (03/07/2014) documento que será o 'desencadeador' do debate; base comum é cobrada por especialistas
Fonte: O Estado de S. Paulo (SP)

                                          Foto retirada da internet - pode ter direitos autorais
O Ministério da Educação (MEC) dá hoje o pontapé inicial para a construção da Base Nacional Comum da Educação básica, que prevê o que os estudantes brasileiros devem aprender a cada etapa Escolar. Previsto na Constituição e na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), esse dispositivo nunca foi elaborado. É tido por especialistas como fundamental para a garantia da qualidade do Ensino. A Secretaria de Educação básica (SEB) do MEC recebe hoje um documento que será o “desencadeador” do debate.
O texto foi coordenado pela direção de currículos e Educação integral do ministério. “Estamos propondo uma discussão em regime de colaboração com o MEC na condução e uma participação mais ampla possível”, disse a secretária Maria Beatriz Luce. “O MEC está aberto a construir conjuntamente se a Base será menos ou mais detalhada.”
O País tem diretrizes com linhas gerais do que deve ser ensinado, mas cada rede é que define se terá um currículo. Assim, só 17 das 27 unidades da federação tem um currículo e a situação é ainda mais diversa nos municípios.Como novo documento, as redes contariam com uma base mais definida, a partir da qual cada secretaria defina como contemplá-la.
A base ainda permite guiar o processo de avaliação – hoje, são as avaliações que ditam o que as Escolas ensinam. A formação de Professores também será impactada. A articulação conta com o Conselho Nacional de Educação (CNE), de Secretários Estaduais de Educação (Consed) e da União de Dirigentes Municipais (Undime). “O compromisso é que o MEC coloque o documento para a apreciação online, e todo o País envie sugestões. Isso deve ocorrer até agosto”, disse Rosa Soares, do Consed.
Um grupo com mais de 40 especialistas e entidades também conversam há mais de um ano sobre o assunto, reunindo experiências internacionais e agrupando interessados. “Temos nos dedicado muito a levantar evidências, mobilizar e colocar o tema em voga”, disse Alice Ribeiro, integrante do grupo, que se encontra na próxima semana com a titular da SEB.
A ex-secretária de Educação básica do MEC Maria do Pilar Lacerda defende que o debate contemple um processo com etapas. “Quando estive no MEC, vários grupos leram a proposta e sempre havia divergências. Por fim, não conseguimos o formato ideal”, disse. “Se reunirmos dez especialistas, teremos dez definições.”
A criação da base comum tem resistência de alguns setores. O maior temor é por um engessamento da autonomia do Professor. A Professora Unicamp Helena de Freitas diz que a discussão não pode ignorar o que já existe. “É necessário colocar os Professores como protagonistas”, diz ela, presidente da Associação Nacional de Formação de Professores (Anfope). 

A importância do registro para o professor



“A articulação de pensamentos para conhecer o outro, a si, o mundo”.
Na medida em que registra sua prática pedagógica, o professor  possibilita um novo olhar para si próprio: seus conhecimentos, seus limites e possibilidades, sua visão de mundo. Estes registros (dados qualitativos e quantitativos*) não demonstram conclusões, mas sim, inquietações, questionamentos que proporcionarão exercício reflexivo, reparo, aprofundamento, verificação, mudança de seu posicionamento frente ao aluno, à escola, ao conhecimento.
Tal postura requer disciplina, sistematização, organização por parte do professor, cotidianamente. Maneira de colocar o pensamento, a ideia, a criação em prática, o que representa salto qualitativo com relação à sua metodologia de trabalho.
* Acompanhamento de notas, faltas, frequências, de envolvimento familiar, aulas ministradas, metodologias experimentadas, projetos especiais (sucessos e insucessos), avanços individuais e / ou grupais, diários, etc. Relatórios, gráficos, planilhas, entrevistas, impressões, são algumas formas de manejo de dados para o planejamento, a antecipação de ações.
Para saber mais:
WEFFORT, Madalena Freire. Observação, registro, reflexão. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1996.
Retirado de: http://walkiriaroque.com/

quarta-feira, 2 de julho de 2014

O tempo e a jabuticaba

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver 
daqui para frente do que já vivi até agora.

             Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas.



As primeiras jabuticabas, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço...

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte...

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo."


Rubem Alves

terça-feira, 1 de julho de 2014

Atividades de Alfabetização

ATIVIDADES QUE SÃO FUNDAMENTAIS NO TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO:





Escrita e leitura de listas (palavras do mesmo campo semântico. Exemplo: Tem na festa de aniversário (para oferecer pistas aos alunos de forma que façam antecipações de leitura por exemplo)

Leitura de ajuste de textos de memória (que são cantigas, parlendas, trava línguas, quadrinhas). Cante com eles várias vezes até que note que decoraram o texto.
Você lê apontando com o dedo na lousa, eles acompanham na cópia que eles tem.
Em seguida vc fala a palavra e eles precisam encontrar na cópia do texto que tem em mãos.

Reescrita de textos de memória
Depois de memórizado
Você pode trabalhar essa atividade com as duplas produtivas.

Reescrita de contos, ou reconto: Pedir, de início, que escrevam a parte que mais gostaram, que escrevam a cantiga que aparece no conto, que escrevam o início ou o final...

Ao trabalhar com contos procure relacionar junto com eles as várias formas usadas para iniciar um conto, para finalizar os mesmos, liste personagens, liste cenários, heróis, vilões... Isso será fundamental que quando produzirem textos de autoria e mesmo para a reescrita.

Esse traballho pode ser feito de diferentes formas: no coletivo (eles vão ditando e você é o escriba, discuta com eles a melhor forma de escrever para deixar o texto mais bonito), em duplas produtivas ou individualmente. Depende de seu objetivo e do nível de conhecimento as cças.

Cruzadinhas e caça palavras (sempre no mesmo campo semântico, com ou sem banco de palavras de acordo com o nível de escrita de cada aluno) em dupla ou individualmente.

Leitura e interpretação com autonomia Para alunos em nível silábico alfabético e alfabético

terça-feira, 17 de junho de 2014

A arte de educar para a vida

           A busca pela formação do futuro, além das tradicionais salas de aula
                             Autor: Carlos Alberto Pereira de Campos
                      (texto extraído na íntegra de:http://linguaportuguesa.uol.com.br/)




Educar é uma arte! E, como toda a arte que se preze, necessita de um ingrediente básico e fundamental para que tenha sucesso: sensibilidade.
Hoje vivemos num mundo árido onde as relações interpessoais tornaram-se raridade, graças a um processo de globalização, onde as informações transitam com agilidade surpreendente, não permitindo as adequações a essa nova realidade.
Numa sociedade que responde à chamada Modernidade Líquida (Zygmunt Bauman), onde os estereótipos de família nucleada acabaram dando espaço a novas formas de convivência, é imprescindível que tanto o professor quanto os responsáveis tenham sensibilidade para a construção unificada de um conhecimento realmente emancipador, através da formação de pessoas críticas e conscientes do seu papel no mundo em que vivem. Não devemos esperar que legislações falhas, instituídas em sua grande parte por burocratas que pouco ou nada vivenciaram numa sala de aula, norteiem nossas ações quando o foco é unicamente a visão holística do ser humano em essência e a construção real de pessoas voltadas para o bem comum.
Também não podemos esperar que uma sociedade capitalista, com olhares meramente consumistas, olhe com carinho para o despertar de novas consciências. Isso seria de uma contradição ímpar, pois consciências críticas apenas cobrariam a participação que lhes é devida por direito e abalariam os alicerces consolidados durante séculos e fundamentados numa filosofia liberal-positivista, que sempre privilegiou poucos em detrimento da grande maioria.
Mesmo nesse cenário tétrico, de poucas perspectivas e alta competitividade, vemos na educação o único caminho para um novo tempo. Um tempo de descobertas, de quebra de paradigmas, de rompimentos e, como consequência, o surgimento de um horizonte de liberdade e cidadania plenas.
A sala de aula sempre representou um santuário para os grandes educadores. E entenda-se a sala de aula como qualquer espaço onde a arte de educar se faça presente com amor, empenho, dedicação, respeito e, principalmente, sensibilidade. Deixemos de lado o entendimento arcaico da sala de aula de quatro paredes, quadro negro, giz, carteiras enfileiradas e crianças entediadas repetindo em uníssono a verborragia proferida pelos chamados mestres. Na realidade, não consigo ver, neste ambiente, nada além da visão preconizada por Michel Foucault em sua obra Vigiar e Punir, onde compara a estrutura das escolas ao sistema prisional. A partir dessa ótica, encontramos nas escolas as "celas" de aula, com seus professores carcereiros, diretores delegados e muitos prisioneiros que perdem o encanto e a criatividade à medida que vão avançando nos anos escolares. São os pequenos príncipes que se transformam lentamente em sapos.
Definitivamente, não é essa a educação que desejamos para nossos filhos. Nada que venha a tolher sua criatividade e desejo intrínseco de crescimento. Por isso, como educadores, faz-se necessária a reavaliação constante de nossa postura e a adoção de uma visão emancipadora. Afinal, a educação deve ser como a verdade: Libertadora.

Professor Carlos Alberto Pereira de Campos, Diretor Municipal de Educação Porto Feliz, tiokaka@gmail.com