quinta-feira, 23 de maio de 2013

As 10 melhores universidades do Brasil




De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), do Ministério da Educação, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é a melhor universidade do país no Índice Geral de Cursos. A avaliação é baseada na análise das condições de ensino, em especial aquelas relativas ao corpo docente, às instalações físicas, ao projeto pedagógico e ao resultado dos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).
O Índice Geral de Cursos (IGC) é uma das medidas usadas pelo Inep para avaliar as instituições de educação superior, públicas e privadas. O IGC tem uma pontuação variável de um a cinco pontos. Uma instituição que obtém pontuação abaixo de dois, a atuação é insatisfatória.
As 10 melhores universidades do Brasil são:
1. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp/SP)
2. Universidade Federal de Lavras (UFLA/MG)
3. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS/RS)
4. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp/SP)
5. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG/MG)
6. Universidade Federal de São Carlos (UFSCar/SP)
7. Universidade Federal de Viçosa (UFV/MG)
8. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ/RJ)
9. Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM/MG)
10. Universidade Federal de Itajubá (Unifei/MG)
Todas elas obtiveram conceito 5, considerada a máxima pela avaliação do MEC.
Por Redação Eschola.com | Inep/MEC

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Curiosidades sobre a Idade Média


                                       Imagem retirada da internet - pode ter direitos autorais



O período conhecido como Idade Média começou com a desintegração do Império Romano do Ocidente (século V) e terminou com o fim do Império Romano do Oriente/Queda de Constantinopla (século XV). 

A Idade média é dividida em Alta Idade Média (do século V ao X) e Baixa Idade Média (do XI ao XV). 

O modo de organização social e político da Idade Média é conhecido como Feudalismo. A economia é baseada no trabalho servil, agricultura de subsistência e escambo. O comércio é quase inexistente. 

Muitos Estados modernos como Dinamarca, França e Portugal surgiram durante a Idade Média. A Espanha era dominada pelos mouros. 

As grandes propriedades rurais pertenciam aos senhores (chamados de mansos senhoriais). Aos servos, cabia apenas um lote para a agricultura de subsistência. Parte das terras dos senhores era doada à igreja. 

Uma curiosidade interessante: feudo é, na verdade, o nome que se dava às trocas feitas na época. 

As vilas em torno dos castelos dos senhores eram extremamente pobres, pequenas e povoadas por 60 pessoas em média. 

Os servos só podiam utilizar as instalações do castelo do senhor de terras (que comumente chamamos de “senhores feudais) mediante o pagamento de uma taxa. 

A floresta pertencia a todos e era praticamente uma área livre. O detalhe é que somente os senhores podiam caçar os grandes animais – aos servos restavam esquilos e coelhos. 

Na mesa, as pessoas comiam normalmente com as mãos. Até o início da Idade Moderna, era comum os convidados de um jantar levarem a faca de casa para cortar o alimento. 

Banhos? Os banhos estavam longe de serem diários (era um por ano, que tal?). As pessoas se banhavam em uma tina e o primeiro a se lavar era o chefe da casa. 

Era mais seguro tomar vinho e cerveja do que água, fornecida por rios e riachos das imediações. 

Mosteiros de várias ordens religiosas da Idade Média eram cercados de videiras. Os monges costumavam produzir e consumir o próprio vinho - talvez por que fosse mais seguro do que a água de péssima qualidade que se bebia na época. Aliás, durante a Idade Média, o vinho era usado como analgésico e anti-séptico. 

Na Idade Média, os gatos pretos eram vistos como bruxas transformadas em animais. Não demorou para serem perseguidos pela Inquisição. 

A Inquisição foi uma espécie de tribunal religioso criado na Idade Média (século XII) e dirigido pela Igreja Católica Apostólica Romana. Foi fundada pelo papa Gregório IX em 1231 com o objetivo de reprimir e castigar tudo o que fosse considerado heresia pela Igreja. 

Conta-se que a Inquisição foi criada inicialmente com o objetivo de combater os cátaros (ou albingenses), uma seita cristã com forte influência no Sul da França e Norte da Itália. 

As punições da Inquisição iam da privação de “benefícios espirituais” e prisões, do confisco de bens e morte na fogueira. 

Na Idade Média, acreditava-se que o inferno possuía infraestrutura e o diabo, diversos assessores, entre eles Nergal (demônio que comandava a polícia), Astaroth (tesoureiro do inferno), Abramalech (responsável pelo guarda-roupa de Lúcifer) e Baalberith (secretário de Lúcifer). 

Pazuzu é um antigo demônio assírio, filho do deus Hambi. Na Idade Média, era considerado o rei dos espíritos malignos. É Pazuzu quem atormenta a menina no filme O Exorcista. 

A maior parte das perseguições às bruxas não ocorreu, ao contrário do que se diz por aí, durante a Idade Média, mas no início da Idade Moderna ( do final do século XIV ao início do século XVIII). 

Venerava-se quase tudo que tivesse relação com os mártires (santos) da igreja e com Jesus. A obsessão por relíquias cristãs durante o período medieval permitiu o surgimento de inúmeras falsificações. Qualquer objeto que tivesse relação com a história e o corpo de Jesus era reinvindicado pelas comunidades religiosas. A manjedoura era propriedade da Igreja de Santa Maria Maior, em Roma. A Basílica de São João Latrão, também em Roma, dizia ser proprietária do umbigo sagrado e prepúcio divino. O chicote que supostamente teria açoitado Jesus estava na Basílica de São Bento, na cidade italiana de Subiaco. Isso sem contar os espinhos da coroa, que estavam espalhados por centenas de lugares diferentes. 

A medicina era quase inexistente. Quem normalmente fazia cirurgias eram os barbeiros. Um dos procedimentos mais comuns do período era a sangria, tratamento que retirava o “excesso de sangue” (chamado de pletora) do organismo. 

A peste negra, epidemia que assolou a Europa no final da Idade Média foi tão devastadora que 1/3 da população européia do século XIV foi dizimada no curto período de quatro anos, entre 1347 e 1351. 

Dos 140 monges de um convento em Montpellier, na França, apenas sete sobreviveram à peste. Aliás, o medo do contágio era tamanho que o papa suspendeu a extrema unção aos mortos. 

Ninguém suspeitou que a peste negra tivesse relação com a morte de milhares de ratos. Acreditava-se que ela era provocada pelo “ar ruim”, contra o qual receitava-se aspersão de água de rosas e queima de ervas. 

Para variar, a epidemia acabou provocando xenofobia e aumentando o preconceito religioso. As cidades eram fechadas para os forasteiros e os judeus e muçulmanos acusados de propagarem a doença. Dezenas de comunidades judaicas foram atacadas e milhares de judeus afogados ou queimados. 

Na Idade Média, as pessoas dormiam nuas. Quer dizer, nem tão nuas assim: elas usavam gorros para se protegerem do frio. Marido, mulher, filhos e mesmo as visitas compartilhavam o mesmo leito. 

O sexo era considerado pecado. O namoro, então, era praticamente inexistente. As uniões eram arranjadas e o noivo e a noiva da nobreza se conheciam no dia do casamento – antes disso, só podiam se conhecer através de retratos pintados à óleo. 

As meninas se casavam logo após a primeira menstruação e os meninos, com a idade aproximada de 18 anos. A família da noiva costumava pagar um dote a do noivo. 

Ainda em relação ao sexo: a homossexualidade era proibida e passível de pena de morte. A prostituição também era condenada, apesar de… acredite, metade do lucro das prostitutas ia para o clero. 

Mais uma sobre o sexo: o cinto da castidade foi inventado durante a Idade Média.Acredite se quiser, mas um dos locais mais animados do período era o cemitério. A população passeava, brincava e dançava entre os túmulos. Também era possível fazer compras (o açougueiro era apenas um dos comerciantes a dispor sua mercadoria sobre os jazigos) e participar de diversas cerimônias públicas. Os cemitérios serviam ainda para juízes comunicarem sentenças, padres darem o sacramento, pregadores intinerantes exortarem o povo ao arrependimento, prefeito informar suas medidas e, claro, de vez em quando alguém ser sepultado. 

Uma das figuras mais emblemáticas do período medieval é a do cavaleiro. Os cavaleiros geralmente pertenciam à nobreza. Começavam a ser iniciados aos 7 anos e aos 10, começavam a servir aos senhores “feudais”. O reconhecimento como cavaleiro só acontecia aos 20 anos. O ritual da sagração ocorria num combate simulado durante uma festa. Durante as cruzadas, os cavaleiros se transformaram em defensores da fé contra infiéis e hereges. 

As conhecidíssimas cruzadas ocorreram durante a Idade Média. Foram 9 cruzadas, a primeira em 1096 e a última, em 1272. 

Por falar em cruzadas, você já ouviu falar na Cruzadas das Crianças? Pois reza a lenda que em 1212 cerca de 40 mil crianças foram encaminhadas a Jerusalém a fim de conquistar a cidade para os cristãos mas… a maioria morreu ou foi escravizada no caminho.

Fonte:maisquecuriosidade.blogspot.com

Como os dinossauros foram extintos?





Você decide: erupções vulcânicas, radiação de uma estrela Supernova, poeira galáctica, epidemias ou asteróide assassino? Qual destes fatores teria levado os dinossauros à extinção? Bem, obviamente, não há um consenso sobre o tema. Mas vamos lá. Antes de mais nada, é bom dizer que os dinossauros sumiram do mapa há 65 milhões de anos. Eles viveram durante a Era Mesozóica (230 a 65 milhões de anos atrás) e dominaram o ambiente terrestre durante os períodos Jurássico (160 a 110 milhões de anos) e Cretáceo (110 milhões a 65 milhões de anos). Desapareceram e somente seus restos fossilizados ficaram para contar história.
VULCÕES VENENOSOS
Uma versão dela, digna de consideração, fala em erupções vulcânicas que teriam lançado sulfato e dióxido de carbono na atmosfera. Estes gases teriam provocado mudanças climáticas bruscas no planeta e matado animais e plantas. Assim, depois de muitos anos, com a escassez de alimento, os dinossauros acabaram morrendo também. Uma segunda versão da história, no entanto, diz respeito a doenças que teriam atacado os répteis e dizimado sua população. Defensores desta hipótese, como o polêmico paleontólogo americano Robert Bakker, afirmam que tudo começou com a redução do nível dos oceanos no fim do período Cretáceo. Em decorrência do fenômeno, várias "pontes" naturais se formaram entre continentes antes isolados e os animais puderam migrar de um lugar para outro. Com isso, grupos diferentes de dinossauros (que tinham um sistema imunológico específico e seus próprios parasitas) se misturaram e sucumbiram diante das "novas" doenças surgidas com a migração.
A versão da história que envolve um asteróide, no entanto, parece a mais plausível até agora. Ela diz que um corpo celeste de dez quilômetros de diâmetro deve ter se chocado contra a Terra, causando uma catástrofe que deu cabo dos dinossauros. O planeta ficou sob uma nuvem de poeira que bloqueou a luz solar por um longo período, eliminando quase toda a vegetação e matando os animais de fome.
Revista Super Interessante - por Thiago Lotufo
imagem: ultrad.com.br

ENEM 2013


Inscritos ao Enem 2013 já são 3,4 milhões


O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já contava com 3.494.347 inscrições até as 18h20 dessa segunda-feira, 20. Os candidatos a cursos superiores poderão acessar a página do exame e se inscrever até as 23h59 do dia 27 próximo. Não haverá prorrogação desse prazo.
 
Os estados de São Paulo, com 560.906 inscrições, e Minas Gerais, com 373.456, lideram o número de candidatos por estado. Depois vem o Rio de Janeiro, com 274.024 inscritos. A Bahia vem em seguida, com 263.042 candidatos.
 
Para os candidatos não isentos, a taxa de inscrição, de R$ 35, deve ser paga até o dia 29. Estão isentos os concluintes do ensino médio em 2013, matriculados em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica. Também não precisa pagar a taxa o participante com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.
 
As provas serão aplicadas em outubro próximo, nos dias 26 (sábado) e 27 (domingo), com início às 13 horas (de Brasília). Os portões de acesso aos locais de provas serão abertos às 12 horas e fechados às 13 horas, também de acordo com o horário de Brasília. Será proibida a entrada do participante que se apresentar após o fechamento dos portões.
 
O Enem, que avalia o desempenho escolar e acadêmico do estudante ao fim do ensino médio, é aplicado em todos os estados e no Distrito Federal. O resultado no exame permite ao candidato a participação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de educação superior.
 
O desempenho no Enem é também requisito para participação do estudante nos programas Universidade para Todos (ProUni) e Ciência sem Fronteiras e para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Estudantes maiores de 18 anos que ainda não obtiveram a certificação do ensino médio podem fazê-lo por meio do Enem.
 
As inscrições e demais informações sobre o exame estão na página do Enem na internet. (FONTE: MEC)

sexta-feira, 29 de março de 2013

Cuidados com a Escola



É papel do gestor cuidar da aparência física da escola

Para que aconteça a aprendizagem na escola e haja um clima de respeito e segurança no ambiente alguns cuidados são necessários.
Na escola, tudo deve estar na mais perfeita ordem para que o aluno sinta-se valorizado e encontre no ambiente escolar a esperança de uma vida melhor, desde quem recebe o aluno no portão, até as instalações da sala de aula e outras dependências da instituição.
O preparo do ambiente escolar, tornando-o acolhedor, agradável e bonito aos olhos de todos, é uma ação pedagógica de responsabilidade do gestor da instituição.
Muitas escolas se encontram em estado físico tão destruído e mal cuidado que os alunos não sentem atração alguma pela mesma.
Imagine-se no lugar desses alunos, chegando a uma sala de aula com carteiras quebradas, pintura descascada, pouca iluminação, goteiras, dentre outros tantos pequenos problemas. Será que teria disposição e motivação para passar cinco horas do seu dia num local assim? Quais os valores da educação se não se pode estudar numa escola bem cuidada, limpa e bonita?
A aparência física da escola é importante para o aluno, pois esses cuidados demonstram que a direção da escola, ou seja, o gestor escolar, se preocupa em manter um clima de respeito aos alunos, sendo responsável pela parte educativa que cabe à diretoria da escola a apresentação física da mesma.
Além disso, a estruturação da grade curricular, o acompanhamento dos trabalhos dos professores, reuniões pedagógicas do corpo docente e administrativo, etc. são partes do processo de aprendizagem de responsabilidade do gestor, elementos que não podem faltar.
Em se tratando de escolas públicas, a depredação deve ser trabalhada com a comunidade. As pessoas precisam aprender que o público é algo de todos e, portanto, para o bem-estar das pessoas que moram naquela região. Se eles mesmos são tratados com desrespeito, com prédios mal cuidados e sem estrutura, sentirão que aquela escola não promove uma educação de qualidade. Afinal, uma coisa está relacionada com a outra, é a pura questão da motivação.

Texto extraído na íntegra
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
http://educador.brasilescola.com

quinta-feira, 28 de março de 2013

Alfabetismo: o que é?



O Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) revela os níveis de alfabetismo funcional da população brasileira adulta. Seu principal objetivo é oferecer informações qualificadas sobre as habilidades e práticas de leitura, escrita e matemática dos brasileiros entre 15 e 64 anos de idade, de modo a fomentar o debate público, estimular iniciativas da sociedade civil, subsidiar a formulação de políticas públicas nas áreas de educação e cultura, além de colaborar para o monitoramento do desempenho das mesmas. Dessa forma, pretende-se que a sociedade e os governos possam avaliar a situação da população quanto a um dos principais resultados da educação escolar: a capacidade de acessar e processar informações escritas como ferramenta para enfrentar as demandas cotidianas.

Sobre o Indicador
Criado em 2001, o Inaf pesquisa a capacidade de leitura, escrita e cálculo da população brasileira adulta. Entre 2001 e 2005, o Inaf foi divulgado anualmente, alternando as habilidades pesquisadas. Assim, em 2001, 2003 e 2005 foram medidas as habilidades de leitura e escrita (letramento) e em 2002 e 2004, as habilidades matemáticas (numeramento). A partir de 2007, a pesquisa passou a ser bienal, trazendo simultaneamente as habilidades de letramento e numeramento e mantendo a análise da evolução dos índices a cada dois anos.
Metodologia e Instrumentos
O Indicador mensura os níveis de alfabetismo funcional da população brasileira entre 15 e 64 anos de idade, englobando residentes em zonas urbanas e rurais de todas as regiões do Brasil, quer estejam estudando ou não. Em entrevistas domiciliares, são aplicados questionários e testes práticos. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. A definição de amostras, a coleta de dados e seu processamento são feitos por especialistas do IBOPE que, com o mesmo rigor com que realizam seus demais trabalhos, oferecem esses serviços gratuitamente em apoio à ação social realizada pelo Instituto Paulo Montenegro.
No ano de 2006 foi adotada a Teoria da Resposta ao Item (TRI) como metodologia estatística, que propõe modelos teóricos que representam o comportamento das respostas atribuídas a cada uma das questões como uma função da habilidade do indivíduo. Ou seja, cada questão do teste tem seu grau de dificuldade definido a priori e a pontuação (proficiência ou escore) de cada indivíduo respondente varia de acordo com o grau de dificuldade das questões que foi capaz de responder corretamente.

O significado de alfabetismo funcional
A definição de analfabetismo vem, ao longo das últimas décadas, sofrendo revisões significativas como reflexo das próprias mudanças sociais. Em 1958, a UNESCO definia como alfabetizada uma pessoa capaz de ler e escrever um enunciado simples, relacionado a sua vida diária. Vinte anos depois, a UNESCO sugeriu a adoção dos conceitos de analfabetismo e alfabetismo funcional. Portanto, é considerada alfabetizada funcionalmente a pessoa capaz de utilizar a leitura e escrita e habilidades matemáticas para fazer frente às demandas de seu contexto social e utilizá-las para continuar aprendendo e se desenvolvendo ao longo da vida.

Os níveis de alfabetismo funcional são:


  • Analfabeto - Corresponde à condição dos que não conseguem realizar tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares (números de telefone, preços etc.);
  • Rudimentar - Corresponde à capacidade de localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares (como um anúncio ou pequena carta), ler e escrever números usuais e realizar operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias ou fazer medidas de comprimento usando a fita métrica;
  • Básico - As pessoas classificadas neste nível podem ser consideradas funcionalmente alfabetizadas, pois já lêem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo que seja necessário realizar pequenas inferências, lêem números na casa dos milhões, resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações e têm noção de proporcionalidade. Mostram, no entanto, limitações quando as operações requeridas envolvem maior número de elementos, etapas ou relações; e
  • Pleno - Classificadas neste nível estão as pessoas cujas habilidades não mais impõem restrições para compreender e interpretar textos em situações usuais: lêem textos mais longos, analisando e relacionando suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Quanto à matemática, resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas de dupla entrada, mapas e gráficos.
  • quarta-feira, 27 de março de 2013

    Avaliação Diagnóstica




    www.portalavaliacao.caedufjf.net

    O que é?

    O conceito de avaliação diagnóstica não recebe uma definição uniforme de todos os especialistas. No entanto pode-se, de maneira geral, entendê-la como uma ação avaliativa realizada no início de um processo de aprendizagem, que tem a função de obter informações sobre os conhecimentos, aptidões e competências dos estudantes com vista à organização dos processos de ensino e aprendizagem de acordo com as situações identificadas.

    Quais são seus objetivos?

    Fundamentalmente identificar as características de aprendizagem do aluno com a finalidade de escolher o tipo de trabalho mais adequado a tais características. Ou seja, a avaliação diagnóstica coloca em evidência os aspectos fortes e fracos de cada aluno, sendo capaz de precisar o ponto adequado de entrada em uma seqüência da aprendizagem, o que permite a partir daí determinar o modo de ensino mais adequado. Com esse tipo de avaliação previne-se a detecção tardia das dificuldades de aprendizagem dos alunos ao mesmo tempo em que se busca conhecer, principalmente, as aptidões, os interesses e as capacidades e competências enquanto pré-requisitos para futuras ações pedagógicas.

    Quais as suas características?

    Uma das mais importantes características da avaliação diagnóstica é o seu aspecto preventivo, já que ao conhecer as dificuldades dos alunos no início do processo educativo, é possível prever suas reais necessidades e trabalhar em prol de seu atendimento. Uma outra característica refere-se a possibilidade que a avaliação diagnóstica tem de determinar as causas das dificuldades de aprendizagens persistentes em alguns alunos.

    Para que servem os seus resultados?

    As informações obtidas podem auxiliar as redes de ensino bem como as unidades escolares, a planejar intervenções iniciais, propondo procedimentos que levem os alunos a atingir novos patamares de conhecimento. Ou seja, seus resultados servem para explorar, identificar, adaptar e predizer acerca das competências e aprendizagens dos alunos.

    Retirado na íntegra da Internet - www.portalavaliacao.caedufjf.net

    terça-feira, 26 de março de 2013

    A Páscoa e seus símbolos



    A última ceia de Jesus com seus Apóstolos e outros símbolos pascais
    A páscoa é um evento cristão em comemoração à ressurreição de Cristo, é considerada a maior celebração religiosa. Como Cristo renasceu, acredita-se que todos nós teremos vida eterna.
    Na sexta-feira santa, Jesus Cristo foi crucificado e morto por soldados romanos após sofrer fortes espancamentos. O caminho pelo qual Jesus passou carregando sua própria cruz é conhecido como via sacra.
    Existem alguns símbolos que marcam a comemoração da páscoa e apresentam um significado específico; os principais são: o cordeiro, o sino, o círio pascal, o girassol, o pão e o vinho e a colomba pascal.

    O cordeiro foi sacrificado em homenagem à libertação do povo de Deus, os hebreus, pois fugiram do Egito onde eram escravizados. Moisés sacrificou um animal para representar o sacrifício de seu povo durante vários anos. Para os Cristãos, o cordeiro representa Jesus Cristo, crucificado e sacrificado por nossos pecados.

    Como muitas igrejas possuem sinos, este também tornou-se um símbolo da páscoa, pois seu som festivo anuncia o ressurgimento de Jesus, sua ressurreição no domingo de páscoa.

    O círio pascal é uma vela acesa, que significa o renascimento, a luz de Cristo que ilumina nossos caminhos e nossas vidas, tendo Ele ressuscitado das trevas. No círio pascal aparecem os símbolos alfa e ômega, demonstrando que Deus é o princípio e o fim de tudo.

    O girassol é a forma de mostrar que a humanidade deve seguir a luz de Deus, assim como essa flor segue a luz do sol; onde quer que o sol esteja a flor está voltada para o seu lado.

    O pão e o vinho tornaram-se figuras importantes na páscoa, pois Jesus sabia que passaria por todo aquele sofrimento e que morreria na cruz. Assim, chamou seus discípulos e fez a santa ceia, oferecendo pão e vinho para eles. O evangelho segundo Lucas explica essa passagem: "E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da Nova Aliança [ou Novo Pacto] do meu sangue derramado em favor de vós." (Lucas 22:19-20). Esses elementos passaram a ser considerados como o corpo e o sangue de Cristo em busca da vida eterna.

    A colomba pascal é um pão no formato de uma pomba, criado por um confeiteiro do norte na Itália, representa a vinda do Espírito Santo sobre os povos cristãos, além de ser um símbolo de paz, que representa a paz em Cristo.


    Por Jussara de Barros
    Graduada em Pedagogia
    Equipe Brasil Escola

    segunda-feira, 25 de março de 2013

    Páscoa - 31 de março

                                                                    Foto retirada d Internet

    A Páscoa ( Pessach - palavra que vem do hebraico e que significa passagem) é um evento religioso-cristão, considerado o maior e mais importante para a Igreja. Nele os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo, ou seja, sua vitória sobre a morte depois de ser crucificado.

    Sugestões de Atividades: 
    1- Roda de Conversa - Sente-se em círculo e conduza a conversa fazendo algumas perguntas: O que é a Páscoa? Quais são os símbolos da Páscoa? Como a sua família comemora a Páscoa? etc.
    Leve as crianças a refletirem sobre o objetivo maior que é a Páscoa: o renascimento, o conhecimento de uma nova vida. É importante que todos os alunos participem e coloquem seus pensamentos.

    2- Divida a turma em duplas (ou trios) e realizem uma pesquisa sobre os símbolos pascais: o coelho, os ovos, o cordeiro, a cruz, o círio, o pão e o vinho. Após a pesquisa, as duplas apresentarão suas conclusões em forma de texto em uma nova roda de conversa.

    3- Compartilhar é o objetivo principal da Páscoa.Para vivenciar essa experiência, confeccionem uma cestinha de Páscoa e dentro dela coloquem ovinhos feitos de cartolina, com palavras que representem ações que levem à construção de um mundo melhor. Por exemplo: amor, fraternidade, esperança, etc. Depois de prontas, as crianças oferecerão aos amigos e familiares no Domingo de Páscoa.

    Texto extraído na integra do Caderno Aprender Juntos - SM Editores

    quarta-feira, 6 de março de 2013

    Jogos Linguísticos

    São jogos verbais - tradicionais ou criados pelas crianças - como: adivinhas, trava-línguas, parlendas ou simplesmente jogos de palavras que rimam, ou com sons iniciais semelhantes, ou outras características determinadas. Todos eles enfatizam a função lúdica e criativa da linguagem.
    Além de resgatar brincadeiras tradicionais, valorizando assim a língua materna e a cultura oral dos alunos, esses jogos possibilitam desenvolver a consciência linguística e suas competências de linguagem em um contexto lúdico que os diverte e entretém. Por exemplo: os jogos permitem discriminar os sons iniciais ou finais das palavras, estimulam a criatividade, ao propiciar associações de palavras pouco usuais, favorecem o desenvolvimento do vocabulário e de distintas estruturas gramaticais. Também permitem desenvolver uma linguagem inquisitiva mediante a formulação de perguntas nos jogos de adivinhações, favorecem a fluência de expressão oral por meio dos trava-línguas e estimulam o desenvolvimento da memória, ao exigir a retenção de séries de palavras.
    Em relação a linguagem escrita, a prática de jogos linguísticos estimula os alunos a procurarem, em livros ou dicionários, palavras com sons iniciais ou finais semelhantes, e a ler e escrever os jogos verbais inventados por eles mesmos ou por outros.
    Por fim, a transcrição desses jogos, constitui uma interessante oportunidade para estimular os alunos a escrever de forma legível e ordenada, com a ortografia e as estruturas gramaticais corretas.

    Fonte: Revista Literatura
    CONDEMARIN,M. VALDAMES,Y. Medina, A. Oficina de Linguagem. São Paulo. Moderna.1997